O Meu Percurso: As Aprendizagens Que Me Trouxeram Até Aqui
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Desde que entrei para a escola primária, nunca mais parei de estudar.
Talvez estudar tenha sido sempre uma das minhas formas de procurar sentido.
Sentido para o que eu sentia.
Para o que via nos outros.
Para o que acontecia no corpo.
Para o que se movia nas emoções.
Para aquilo que não se explica apenas com a razão.
Para a vida, com todas as suas camadas visíveis e invisíveis.
Acabei a licenciatura e continuei a estudar.
Às vezes fazia pausas. Mas, mais cedo ou mais tarde, havia sempre um novo tema que me chamava. Uma área que despertava curiosidade. Uma ferramenta que parecia chegar no momento certo. Uma pergunta que ficava dentro de mim até eu lhe dar atenção.
Durante muito tempo, achei que estava apenas a fazer formações.
Hoje percebo que estava a recolher partes de mim.
Cada curso, cada experiência e cada aprendizagem foram abrindo uma porta.
Umas levaram-me ao corpo.
Outras à mente.
Outras à energia.
Outras à criatividade.
Outras à casa.
Outras ao empreendedorismo.
Outras à espiritualidade prática.
E muitas levaram-me, simplesmente, de volta a mim.
Este percurso não é apenas uma lista de formações.
É um mapa.
Um mapa feito de procura, intuição, estudo, tentativa, erro, cura, criação e vida real.
Foi esse mapa que me trouxe até à HoliZen.
Às pausas conscientes.
Ao bem-estar natural.
À criatividade terapêutica.
Aos rituais simples.
À vontade de transformar tudo o que aprendi em algo concreto, bonito, útil e verdadeiro.
A forma humana de olhar a vida
A minha base começou no Serviço Social.
Foi aí que aprendi a olhar para o ser humano dentro da sua história. Não apenas para aquilo que a pessoa mostra, mas também para o contexto que a envolve: família, sociedade, relações, oportunidades, feridas, limites, escolhas e possibilidades.
O Serviço Social ensinou-me que ninguém existe sozinho.
Somos feitos de muitas camadas.
Mais tarde, a vida levou-me para a restauração, em negócios familiares. Foi uma escola intensa, exigente e profundamente humana. Trabalhei com equipas, ritmos acelerados, pressão, responsabilidade, emoções à flor da pele e relações humanas em tempo real.
Hoje percebo que também ali aprendi muito.
Sobre pessoas.
Sobre resiliência.
Sobre conflitos.
Sobre adaptação.
Sobre comportamento.
Sobre o que acontece quando damos demasiado de nós sem parar para respirar.
Também fui aprofundando áreas como a Gestão de Conflitos, comunicação e desenvolvimento pessoal, porque sempre quis compreender melhor aquilo que se passa entre o que sentimos, o que dizemos e o que fazemos.
Nem tudo o que nos ensina vem com certificado.
Às vezes, a maior formação é a própria vida.
O corpo, a energia e o bem-estar natural
Com o tempo, comecei a procurar formas mais naturais e integradas de cuidar de mim.
Queria compreender o corpo, mas também aquilo que o corpo guarda.
Queria compreender a energia, mas sem a separar da vida real.
Queria perceber como as plantas, os aromas, o toque, a respiração e os pequenos rituais podiam ajudar-nos a regressar ao equilíbrio.
A Aromaterapia aproximou-me dos aromas como memórias, âncoras e atmosferas.
Os Florais de Bach ensinaram-me a olhar para as emoções com mais delicadeza.
A Cristaloterapia e a Cromoterapia trouxeram-me a linguagem simbólica da cor, da vibração e da intenção.
A Radiestesia abriu espaço para a escuta subtil.
O Reiki ensinou-me presença, silêncio e harmonização.
A Dietoterapia e a Nutrição Funcional ajudaram-me a compreender melhor a relação entre alimentação, vitalidade e estilo de vida.
O Shiatsu, a Reflexologia e a Massagem aproximaram-me do corpo como lugar de memória, tensão, cuidado e alívio.
A Yogoterapia e o Chi Kung mostraram-me a ligação entre respiração, movimento, energia e presença.
E como Tea Blender, aprofundei a ligação às plantas, às infusões, aos sabores, aos benefícios naturais e à criação de misturas com intenção.
Hoje, quando penso numa infusão, num aroma, numa almofada terapêutica ou num ritual HoliZen, tudo isto vive lá dentro.
Não como teoria distante.
Mas como experiência sentida.
O mundo interior e a espiritualidade prática
Sempre senti que havia mais para compreender.
Não de uma forma complicada.
Não para fugir da vida.
Mas para a viver com mais consciência.
Foi assim que me aproximei da Humanoterapia, da Terapia Regressiva, da Bioenergética, da Numerologia, da Missão de Vida, da PNL, da Academia da Mente e da Mesa Radiónica/Quantiônica.
A Humanoterapia foi uma das áreas que mais me marcou.
Trouxe-me uma visão mais ampla do ser humano: corpo, mente, emoção, energia, história pessoal e outras dimensões espirituais da existência.
Ajudou-me a sentir que não somos apenas aquilo que se vê.
Há memórias.
Há padrões.
Há ciclos.
Há campos subtis.
Há intuições.
Há forças internas.
Há perguntas que chegam antes das respostas.
A Terapia Regressiva ajudou-me a olhar para memórias e emoções profundas.
A Bioenergética mostrou-me como o corpo expressa o que muitas vezes não conseguimos dizer.
A Numerologia e a Missão de Vida trouxeram-me uma leitura sobre dons, ciclos, desafios e direção interior.
A PNL aproximou-me da linguagem, das crenças e da forma como conduzimos a mente.
A Academia da Mente reforçou a importância da consciência e da escolha.
A Mesa Radiónica/Quantiônica abriu espaço para trabalhar intenção, harmonização e leitura subtil de pessoas, espaços e situações.
Com o tempo, fui percebendo que a espiritualidade que me fazia sentido não era uma espiritualidade afastada do quotidiano.
Era uma espiritualidade simples.
A espiritualidade de respirar antes de reagir.
De preparar uma chávena com intenção.
De escutar o corpo.
De sentir a energia de uma casa.
De fechar um ciclo com presença.
De perguntar: “isto ainda faz sentido para mim?”
É esta espiritualidade prática que vive na HoliZen.
Sem exagero.
Sem rigidez.
Sem promessas vazias.
Apenas como uma forma mais consciente de estar na vida.
A criatividade como caminho de regresso
A criatividade foi uma das minhas grandes portas de regresso a mim.
Antes de ser parte da HoliZen, foi abrigo.
Quando eu criava, a mente abrandava.
As mãos faziam aquilo que a cabeça ainda não sabia organizar. Uma cor, um fio, uma textura, uma forma, uma mandala ou uma peça feita devagar ajudavam-me a dar corpo ao que eu sentia.
Tornei-me artesã certificada e fui aprofundando caminhos ligados às Mandalas, ao Macramé, à Costura Criativa, à Arte Vibracional e à criação manual.
As Mandalas ensinaram-me sobre centro, repetição, silêncio e presença.
O Macramé ensinou-me o ritmo do nó, da paciência e da construção passo a passo.
A Costura Criativa aproximou-me dos materiais, da utilidade, da beleza e do cuidado.
A Arte Vibracional reforçou a ligação entre criação, cor, intenção, energia e expressão.
Hoje, quando penso em kits criativos, workshops, rituais DIY ou pausas para criar, não penso apenas em fazer algo bonito.
Penso em criar espaço.
Espaço para respirar.
Para sentir.
Para transformar.
Para brincar outra vez.
Para dar forma ao que vive dentro.
Porque criar também é cuidar.
A casa como lugar de pausa
Sempre senti que a casa é mais do que um espaço.
A casa guarda ritmos.
Memórias.
Hábitos.
Energia.
Cansaço.
Recomeços.
Silêncios.
Partes de nós.
Por isso, também fui estudar áreas ligadas aos ambientes, à harmonia e à forma como os espaços influenciam o nosso bem-estar.
A Decoração de Interiores ajudou-me a olhar para a beleza, a funcionalidade e a atmosfera dos lugares.
O Feng Shui trouxe-me uma leitura mais energética da casa, dos fluxos, dos elementos e da forma como um espaço pode apoiar ou bloquear a nossa vitalidade.
A Organização de Eventos ensinou-me a pensar experiências, detalhes, acolhimento, ambiente e intenção.
Hoje, esta aprendizagem vive na forma como imagino os rituais, os kits, os círculos, os workshops, os retiros e até a experiência de receber um produto HoliZen em casa.
Porque um espaço também pode ser pausa.
E uma casa pode tornar-se um lugar de regresso a nós.
Empreender sem me abandonar
Ao longo do caminho, fui percebendo que não bastava sentir, criar e sonhar.
Era preciso dar forma.
Organizar ideias.
Escolher prioridades.
Comunicar.
Estruturar.
Transformar inspiração em ação.
Criar um projeto com alma, mas também com chão.
Foi por isso que aprofundei áreas como Empreendedorismo, Empreendedorismo Digital, Marketing, Treinamento Comportamental, Formação de Mentoras e outras aprendizagens ligadas à comunicação, ao comportamento e à criação de projetos.
Estas formações ajudaram-me a perceber que um negócio com alma também precisa de método.
Precisa de verdade, mas também de estrutura.
Precisa de intuição, mas também de ação.
Precisa de criatividade, mas também de consistência.
Precisa de propósito, mas também de clareza.
Este é, talvez, um dos meus maiores caminhos neste momento:
empreender sem me voltar a abandonar.
Criar sem me perder.
Vender sem me violentar.
Comunicar sem deixar de ser eu.
Levar ideias à ação sem transformar o sonho em peso.
A HoliZen também nasce deste equilíbrio.
Sensibilidade e estratégia.
Beleza e utilidade.
Espiritualidade e vida real.
Criatividade e método.
Inspiração e compromisso.
Agora, é tempo de materializar
Durante muitos anos, fui acumulando formações, ferramentas e aprendizagens.
Sim, foi um acumular.
Mas foi um acumular com sentido.
Cada área trouxe uma peça.
Cada curso abriu uma porta.
Cada estudo respondeu a uma pergunta.
Cada experiência me aproximou mais daquilo que hoje quero construir.
E sei que vou continuar a estudar durante toda a vida.
Porque estudar faz parte de mim.
Gosto de aprender.
Gosto de aprofundar.
Gosto de compreender.
Gosto de mergulhar nos temas que me chamam.
Mas, neste momento, sinto que a minha energia está mais voltada para pôr em prática.
Para tornar os meus estudos, a minha experiência e a minha visão em algo concreto.
Real.
Visível.
Materializado.
A HoliZen é isso.
A materialização de muitos anos de procura, estudo, vida, criatividade e transformação.
E dentro da HoliZen vivem muitos pequenos projetos.
Produtos naturais.
Kits criativos.
Peças artesanais.
Workshops.
Círculos.
Experiências.
Retiros.
Conteúdos.
Rituais.
Pausas.
Ideias que ainda estão a ganhar forma.
Está tudo muito idealizado dentro de mim.
Mas nem tudo precisa de nascer ao mesmo tempo.
E eu não quero quebrar o meu princípio.
Quero criar ao meu ritmo.
Sem burnout.
Sem ansiedade.
Sem stress.
Sem pressão.
Sem me voltar a perder no processo.
Com foco, sim.
Mas sem pressa.
Com intenção.
Com presença.
Com método.
Com verdade.
Com calma.
Para mim, um negócio com alma também é isto:
desfrutar da jornada até à materialização.
É construir sem violência interna.
É avançar sem atropelar o corpo.
É dar forma às ideias sem transformar o sonho em peso.
É permitir que cada projeto nasça no tempo certo, com raízes, coerência e cuidado.
A HoliZen defende precisamente isso.
Uma vida com mais presença.
Um ritmo mais saudável.
Uma forma de criar, cuidar e empreender sem nos abandonarmos.
O que fica de tudo isto
Hoje, quando olho para trás, não vejo estas formações como títulos separados.
Vejo-as como fios.
O Serviço Social trouxe-me a visão humana e social.
As terapias holísticas trouxeram-me o olhar para o corpo, a energia e a emoção.
A criatividade trouxe-me expressão, presença e cura.
A espiritualidade prática trouxe-me confiança, intenção e escuta.
A casa trouxe-me a relação entre ambiente, energia e bem-estar.
O empreendedorismo trouxe-me a coragem de transformar tudo isto num projeto real.
Mais do que acumular formações, fui construindo uma forma de olhar para o ser humano como um todo, de forma holística.
Corpo.
Mente.
Emoção.
Energia.
Casa.
Natureza.
Criatividade.
Ritmo.
Propósito.
É assim que vejo a vida.
É assim que vejo o bem-estar.
E é assim que nasceu a HoliZen.
Uma filosofia de vida assente em pausas conscientes, bem-estar natural, criatividade terapêutica, espiritualidade prática e vida real.
Uma filosofia de vida que nasce do meu percurso, mas que existe para acompanhar o teu.
Porque, muitas vezes, uma aprendizagem só ganha sentido quando a conseguimos transformar em cuidado.
E foi isso que eu quis fazer com a HoliZen.